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História

Conheça a história de um Porsche lendário e seu colecionador apaixonado

Aclamado como um dos esportivos mais representativos da história do automóvel, o Porsche 356 possui uma legião de fãs espalhados pelo mundo. No Brasil, não é diferente. Um deles é Maurício Augusto Marx, um paulistano de 41 anos. Com cerca de 3 anos, já era um dos mais jovens admiradores da marca Porsche, quando passou a ser “proprietário” de uma miniatura de um modelo 911. O pai colecionava carros clássicos de competição desde meados da década de 1960 até 1999.

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Ao completar 18 anos, Marx recebeu do pai a missão de escolher um dos carros de sua coleção de esportivos clássicos e montar por conta própria o seu projeto de reforma. “Eu já paquerava o Porsche 356 desde criança, admirando sua traseira laranja em um canto do galpão. Eu já o tinha escolhido, mas ainda faltava a maioridade para poder apreciá-lo de verdade. Foi paixão à primeira vista. Em 1998, eu daria a primeira volta no carro. No ano seguinte, com o falecimento do meu pai, eu assumiria a responsabilidade de cuidar de toda a sua coleção de veículos, mas jamais perderia a grande paixão pelo Porsche 356”, destaca Marx.

O contexto e a relação entre pai e filho com a Porsche lembram a própria história de Ferdinand Porsche e seu filho Ferry. “Consegui comprar jornais e coleções de revistas dos anos 50 e descobri que o meu 356 chegou a participar de, pelo menos, duas corridas no Brasil”. Uma delas foi em Interlagos, em 1957, e outra numa subida de montanha, na Estrada Velha de Santos, conquistando o terceiro lugar.

A paixão pelo 356 é tão grande que Marx o considera como um grande amigo. “Um dia, quando ia para a minha oficina no interior de São Paulo, vi uma placa, ‘Ferro Velho do Véio Zuza’, e decidi naquele momento que esse seria também o nome carinhoso para o meu raro Porsche 356”.

Porsche 356 de Maurício Augusto na Alemanha. Fotos de Alvaro Pinzó Rincón/Divulgação

Marx conta que, a exemplo de seu pai, sempre valorizou muito mais a originalidade dos veículos e por isso busca, sempre que possível, evitar reformas. Ele diz que nunca precisou fazer qualquer restauração no Véio Zuza. “Eu gosto de manter as cicatrizes do carro, porque dessa forma consigo mostrar toda a sua história, especialmente se ele participou de competições”.

Em 1998, ele levou o Véio Zuza para participar do primeiro encontro no Porsche Clube, quando despertava a sua efervescência em Interlagos. Desde então, ele se apresentaria também em outras competições, rallies, viagens e exposições. A mais recente foi de avião, em março, mês de sua fabricação, para comemorar o aniversário de 70 anos do 356 em sua terra natal, na Alemanha.

Assim que o carro desembarcou em Munique, Marx já saiu ao volante do Véio Zuza, para percorrer uma distância total de 2.500 km, uma saga que passou por Paris, Bruxelas e Essen. “Tivemos alguns imprevistos na viagem, mas o universo foi conspirando e alguns amigos também ajudaram com as soluções pelo caminho. Um deles foi um francês que indicou um excelente mecânico em Paris que trabalhava com modelos Porsche e que cedeu algumas peças de presente”, conta Marx. De Essen, seguiram para Gmünd, na Áustria, para visitar o prédio da Reutter, onde ficava a pequena garagem em que a empresa construiu manualmente os primeiros carros.

Ao chegarem finalmente ao Museu da Porsche, em Stuttgart, foram recebidos com uma atenção muito especial por seus representantes. Havia até mesmo um espaço para exibir o modelo logo na entrada do museu durante toda a tarde. Não faltaram curiosos para fotografar o veículo em seu estado mais que original. Tinha sobre o capô a bandeira brasileira, mostrando que o Porsche 356 também conquistou corações e proprietários muito longe da sua pátria.

Desde então, o Véio Zuza está, por um período de seis meses, nas instalações da MOTORWORLD, em Stuttgart, que guarda carros de colecionadores europeus. Marx ainda planeja levar o Véio Zuza para “participar de mais corridas e colocar o máximo possível de quilometragens nele, talvez mais uns 10.000 km em eventos e viagens”. É um planejamento, portanto, que não prevê ainda a aposentadoria a curto prazo do velho amigo.

Um verdadeiro clássico

O primeiro carro com o nome Porsche ganhou as ruas em 8 de junho de 1948. Era o modelo 356 Roadster, produzido em Gmünd, na Áustria, alimentado por um motor de quatro cilindros refrigerado a ar de 1,1 litro da Volkswagen. A potência do motor foi aumentada para 35 cv para o 356, batizado em homenagem ao número do projeto de design. O tempo passou e o nome Porsche tornou-se sinônimo de carros esportivos e de competição, como sonhavam os fundadores da empresa, Ferdinand Porsche e seu filho Ferdinand (“Ferry”). O 356 foi produzido até o ano de 1965, com números totais ultrapassando a marca de 75.000 unidades.

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Mercado

Venda de carros elétricos e híbridos tem alta de 78% no Brasil

A chegada de novos modelos e a instalação de novos pontos de recarga fizeram as vendas de carros eletrificados (100% elétricos ou híbridos) crescerem muito acima do mercado no Brasil. Segundo reportagem do Motor1, o último relatório da ABVE – Associação Brasileira de Veículos Elétricos, aponta que os veículos eletrificados leves avançaram 78% no acumulado do primeiro quadrimestre de 2022, na comparação com o mesmo período do ano passado.

Segundo a publicação, na contramão do mercado automotivo geral, que teve queda de 23% nos quatro primeiros meses do ano, os eletrificados tiveram 3.123 emplacamentos de abril, somando 12.976 unidades vendidas no acumulado do ano, contra 7.290 no primeiro quadrimestre de 2021. Graças ao crescimento constante, a participação dos carros elétricos e híbridos nas vendas internas totais de veículos leves foi de 2,5% no quadrimestre e de 2,3% em abril (contra 1,8%, de janeiro a dezembro de 2021).

O C40 é o mais novo integrante da família de elétricos da Volvo e está disponível para pronta-entrega na JBS Motors

No entanto, quando consideramos somente os carros elétricos em relação ao mercado total, o market share ainda é muito baixo, de apenas 0,3%. Apenas como referência, essa participação varia de 6 a 15% nos principais mercados europeus e já se aproxima de 20% na China.

Nesse levantamento do Motor1, os veículos eletrificados leves incluem Automóveis + Comerciais Leves + SUVs + Utilitários (não inclui ônibus, caminhões e levíssimos) com propulsão HEV (híbrido elétrico) + PHEV (híbrido elétrico plug-in) + BEV (100% a bateria).

Atualmente, a frota circulante de veículos eletrificados no Brasil é de 90.000 unidades, devendo chegar a 100.000 entre julho e agosto, segundo as estimativas da ABVE com base no crescimento atual.

Emplacamentos:

Vendas de eletrificados (autos + comerciais leves; HEV + PHEV + BEV):

1º quadrimestre de 2022: 12.967
1º quadrimestre de 2021: 7.290

Variação: + 78%

  • 2021: 34.990
  • 2020: 19.745
  • 2019: 11.858

Vendas em abril:

  • 3.123 emplacamentos
  • + 15% sobre abril de 21 (2.708)
  • – 19% sobre março de 22 (3.851)

Fonte: Motor1.com

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Mercado

CAOA Chery prepara fábrica de Jacareí para eletrificação da gama

Uma das notícias mais comentadas no mundo automotivo nesta semana foi o fechamento repentino da fábrica da CAOA Chery em Jacareí, no interior de São Paulo. Segundo a montadora, a paralisação na produção será temporária (até 2025) e o objetivo é a adequação ao programa de eletrificação da marca. Com isso, o sedã Arrizo 6 passará a ser importado da China, enquanto o Tiggo 3X sairá de linha.

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Em comunicado feito nesta quinta-feira (5), a CAOA Chery afirmou que seguirá prestando atendimento integral aos clientes dos modelos fabricados na planta, mantendo total assistência técnica, garantias, peças e serviços em suas mais de 140 concessionárias localizadas em todas as regiões do país.

Plano de R$ 1,5 bilhão

A remodelação da fábrica de Jacareí faz parte de um plano de adequação e investimentos da CAOA Chery no Brasil de R$ 1,5 bilhão até 2025. A unidade fabril passará por mudanças para ajuste dos processos produtivos que permitirão a introdução de novos produtos concebidos a partir de plataformas de última geração, equipados com propulsores híbridos ou 100% elétricos.

Vale ressaltar que a CAOA Chery não vai esperar pelos dois anos de preparação da fábrica de Jacareí para iniciar a produção de carros híbridos no Brasil. Segundo a montadora, a planta de Anápolis (GO) já foi modernizada e está pronta para a dar o pontapé na eletrificação da marca, que quer ter, pelo menos, uma versão híbrida ou elétrica em toda a sua gama.

Primeiro híbrido
O Tiggo 8 Pro será o primeiro híbrido da CAOA Chery no Brasil. O SUV usará a tecnologia de recarga plug-in e com autonomia para rodar 90 km no modo 100% elétrico. Combinado com o motor 1.6 turbo, entregará mais de 200 cv de potência. A novidade terá ainda uma supertela de 24 polegadas para a central multimídia, além de mudanças no visual. A chegada do modelo que deve rodar no modo elétrico, sem usar combustível, por 100 quilômetros ou um pouco mais deve ocorrer ainda neste ano. A previsão é que na primeira semana de junho a empresa faça o anúncio.

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Corrida

Audi e Porsche estão confirmadas na Fórmula 1

O que eram rumores agora é oficial: Porsche e Audi vão ter equipes na Fórmula 1. A confirmação foi dada pelo CEO da Volkswagen, Herbert Diess, que afirmou que as duas marcas já estão desenvolvendo motores para fazer parte da maior categoria do automobilismo a partir de 2026. A informação é da Revista Auto Esporte.

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Segundo a publicação, a espera de quatro anos acontece em função do regulamento, que só receberá novas regras em 2026. É exatamente neste ano que a F1 pretende deixar os motores ainda mais eletrificados. Aliás, o limite de potência do sistema híbrido deve ser quase três vezes maior: de 120 kW para 350 kW.

Além disso, o processo de construção de um motor não é tão simples, como explicou o próprio Diess. “Você não pode entrar na Fórmula 1 a menos que uma janela de tecnologia se abra, você precisa de uma mudança de regra para entrar lá. Você precisa de um novo desenvolvimento de motor e para fazer isso, você precisa de três ou quatro anos”, disse o executivo.

Ainda segundo a Auto Esporte, em 2019, a Porsche anunciou que havia construído um motor para atender ao regulamento de 2021 da Fórmula 1. No entanto, após todo o investimento e até mesmo da participação na Comissão de Fabricantes da Federação Internacional de Automobilismo (FIA), a montadora abortou os planos sem dar explicações.

Hoje, a Porsche faz parte da Fórmula E, categoria organizada pela FIA com carros exclusivamente elétricos. A Audi também tinha uma vaga no grid da FE até o final da temporada 2020/21, mas deixou os monopostos para retornar às corridas com um projeto para a classe LMDh.

No entanto, segundo Diess, não faz sentido estar no automobilismo sem estar na Fórmula 1: “Se você está no automobilismo, você deve estar na F1, porque é onde está o impacto maior”.

O CEO da fabricante alemã também explicou que a decisão de entrar na Fórmula 1 tem relação com a série “Drive To Survive”, da Netflix. “A Fórmula 1 está se desenvolvendo de forma extremamente positiva em todo o mundo. O marketing que está acontecendo lá, além da Netflix, levou o número de seguidores da F1 a crescer significativamente também nos EUA. Se você olhar para os principais eventos esportivos ou eventos do mundo no automobilismo, é apenas a Fórmula 1 que conta e que está se tornando realmente cada vez mais diferenciada”, argumenta.

As duas marcas ainda não deram detalhes sobre como exatamente serão suas entradas na Fórmula 1. E, por isso, os rumores não chegaram ao fim completamente. Pelo o que parece, a Porsche deve fazer uma parceria com a equipe Red Bull Racing. Já a Audi deve fazer uma proposta para comprar a McLaren por 500 milhões de euros (cerca de R$ 2.6 bilhões na cotação atual).

Foto: Revista Auto Esporte

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Corrida

Interlagos é palco da Super Pole na GT Sprint Race

A terceira etapa do campeonato da Dignity Gold GT Sprint Race, uma das principais categorias do automobilismo brasileiro, em sua 11ª temporada, será disputada neste final de semana, entre os dias 29 de abril e 1º de maio, no Autódromo Internacional José Carlos Pace, em Interlagos, na Capital Paulista. Serão 20 carros e 30 pilotos acelerando pelos 4.309 metros de extensão da pista paulistana. Entre eles estão os dois representantes do time da JBS Motors: Dudu Trindade e Sérgio Ramalho.

O final de semana reserva ainda um grandioso evento da temporada: a Super Pole. Na etapa em Interlagos, 75 pontos estarão em jogo, sendo 25 para o classificatório e 25 para cada corrida. O treino classificatório (Q1) será disputado no sábado (30) e terá 10 minutos para todos os carros na pista. A Super Pole (Q2), sistema de qualificação utilizada em competições tradicionais de Turismo, é destinada apenas para os 10 pilotos mais rápidos em mais 10 minutos.

É nesta qualificatória que será definido o grid para a primeira corrida da terceira etapa do campeonato, que acontecem no domingo e o resultado da primeira corrida será o grid da segunda corrida, sem qualquer inversão. No caso de duplas, não haverá ingerência sobre os pilotos. Portanto, fica liberado quem classifica e quem correrá em cada corrida, desde que, é claro, um dos dois pilotos tenha participação em um dos três resultados.

O Super Pole foi disputado por três vezes na Dignity Gold GT Sprint Race. A primeira vez em 2017, garantido por Kau Machado e na edição 2019, foi conquistado por Marcelo Henriques, ambos realizados em Interlagos. Em 2020, a chuva forte cancelou a disputa no momento da decisão do Super Pole no circuito de Curitiba. No ano passado, o Super Pole foi Sérgio Ramalho.

Na 11ª temporada estão previstas, além da Super Pole, outras atrações especiais consagradas como a Inverse Race; a etapa Night Challenge; a etapa decisiva, a Match Point e o Special Edition.


O calendário da competição está dividido em duas séries e nove etapas: o campeonato nacional, com seis etapas (duas corridas cada), todas no Brasil (Santa Cruz do Sul, Velocitta, Interlagos, Londrina e Tarumã), e o “Special Edition”, com três etapas (Goiânia, Interlagos e Brasília), e três corridas em cada uma. Nesta edição serão três títulos distintos da Sprint Race: Brasil, Special Edition e Overall, nas suas respectivas classes: PRO, AM e PROAM. E, ainda, o título do minitorneio do Rookie Of The Year.

TRANSMISSÕES

As emoções da terceira etapa da Dignity Gold GT Sprint Race terão transmissões televisivas e por streaming ao vivo, com geração de imagens da Master/CATVE. No próximo domingo (1º): a primeira corrida no YouTube (youtube.com/acelerados) e a segunda corrida também pelo canal de assinatura BandSports.

Além disso, haverá uma ampla cobertura dos bastidores pelas plataformas digitais da competição como instagram, facebook, site e no canal da Dignity Gold GT Sprint Race no YouTube (youtube.com/GTSprintRace). Também serão exibidas para todo Brasil durante a semana, no Programa Acelerados na Band e no YouTube (youtube.com/acelerados).

Crédito fotos: Luciano Santos / SigCom

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Eventos pelo mundo

Confira as novidades automotivas do New York Auto Show

Depois de dois anos de cancelamento por conta da pandemia da Covid-19, o New York Auto Show reabriu suas portas ao público. Até o este domingo (24), o evento segue mostrando ao mundo o presente e o futuro próximo do setor automotivo e quem esteve presente e nos conta tudo que viu por lá foi o jornalista Jorge Moraes.

Nova York – Em um universo automotivo mais elétrico em relação a última edição, o evento aposta inclusive em uma pista de testes para carros de energia limpa e uma área de micromobilidade. Ausência marcante e registrada dos alemães (menos VW) e ingleses. BMW, Audi, Mercedes-Benz, Jaguar e Volvo nem deram bola para o evento no maior mercado de luxo dos Estados Unidos.

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Confira os supercarros do show-room da JBS Motors

Mas passear pelo Jacob Javits Center, A porta de entrada é o estande da Ford com foco direto para o bruto Bronco Raptor. A marca norte-americana leva a versão mais potente legalizada para as ruas, com um motor EcoBoost 3.0 que entrega mais de 400 cavalos. O modelo conta ainda com um novo reboque capaz de tracionar até 4,5 toneladas.

Bronco Raptor é destaque no estande da Ford em NY. Fotos: Jorge Moraes/Cedidas

Além disso, também estão expostos o GT Holman Moody Heritage, edição ultralimitada do carro que homenageia o vencedor de Le Mans em 1966, e o F-150 Lightining, versão elétrica da picape que este ano conta com duas opções de bateria e autonomia de até 482 km. Segundo a marca, o truck vai de 0 a 100 km/h entre 4 e 5 segundos.

F-150 Lightining virou febre no mercado norte-americano

A Japonesa Nissan dá destaque ao mundo eletrificado do crossover Ariya e o Leaf, que é o primeiro degrau elétrico da marca no mundo. O sedã Sentra tá pronto para ser vendido no Brasil e a picape Frontier ao lado do Pathfinder aparecem como coadjuvantes. O Sentra, já confirmado para o Brasil, será importado do México com motor 2.0 de 145 cavalos. A Honda não deu as caras e a Toyota mostra o Corolla GR com motor 1.6 de três cilindros que entrega 300 cv de potência e 37,7 kgfm de torque. Esse também comunicado pela marca para o mercado brasileiro. Estanho é ver a Lexus explorando pouco a corrente híbrida do fabricante.

Novo Sentra está confirmado para o mercado brasileiro

A General Motors faz claras apostas na Silverado elétrica com 673 cavalos de potência e 107 quilos de torque sem contar na autonomia de 643 quilômetros. O Bolt, meio apático, estava no canto do muro, sem expressão no local. O Corvette Z06 2023, sem dúvida, é o esportivo mais sedutor da mostra.

Chevrolet também lançou sua picape 100% elétrica, a Silverado EV

No peito da Stellantis, o Grand Cherokee 4xe, que será lançado no Brasil no segundo semestre, e virá como o segundo produto da Jeep na corrente híbrida no país. O SUV importado da Itália terá potência combinada de 380 cv. O motor turbo a gasolina é um 2.0. A autonomia do luxuoso 5 lugares será de até 50 Km no modo bateria.

Grand Cherokee 4xe chega ao Brasil no segundo semestre deste ano

Os salvadores
Em tempos de pouca fé e muito investimento em salões desse porte, os sul-coreanos e três japoneses (Nissan, Toyota e Subaru) salvam o lado importado do auto show. A Hyundai, com o premiado ioniq 5 e oferta de autonomia que passa dos 450 Km, expõe novamente a picape Santa Cruz (a pergunta é quem vai vender no Brasil? CAOA ou HMB?), o Palisade reestilizado e a dupla Tucson e Santa Fé.

A KIA explora o eV6, que já roda em testes pelas ruas de São Paulo e traz o conceito eV9 que parece uma atualização do Soul tamanho GG. Sportage, outro na porta de entrada do Brasil, e o Niro são atrações que valorizam o mesmo esquema mecânico do híbrido leve. Veja o que existe no Stonic e pense por aí.

E os alemães ?
A Kombi (ID. Buzz) e o Tiguan representam a pátria europeia. O SUV de sete lugares com assinatura R (SEL) não é a versão híbrida que será vendida no Brasil em 2023 e para mim reforça a ideia que os norte-americanos consomem tudo de todo jeito, 100% a combustão ou no modo eletrificado.

Kombi elétrica (ID. Buzz) é puro charme e virá para o Brasil

O ID, de 4,71 metros, que tem planos globais, foi inspirado na lendária Kombosa. O modelo tem velocidade máxima limitada a 145 Km/h e quanto a autonomia? Deverá acompanhar o que oferta o ID4 perto dos 400 Km ou um pouco mais.

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Apoio

Pilotos do Time JBS projetam conquistas para a temporada 2022

A temporada 2022 começou acelerada para o time de pilotos apoiados pela JBS Motors. Nas pistas temos Dudu Trindade e Sérgio Ramalho dando show pela GT Sprint Race, enquanto fora da estrada contamos com o multicampeão Carlos Pixoto levantando poeira nas etapas de rali pelo Brasil.

Nos autódromos, as disputas estão avançadas. Duas etapas já foram realizadas pela GT Sprint Race, uma das principais categorias do automobilismo brasileiro, e os pilotos pernambucanos fizeram bonito. “As primeiras corridas do a no foram relativamente boas. Mas tivemos oportunidade e sempre conseguimos extrair o melhor de cada situação. Estou muito feliz com essa evolução: conseguimos ganhar uma corrida na primeira etapa e ser o maior escalador na outra”, lembra Dudu Trindade.

Com os resultados das etapas de Santa Cruz do Sul (RS) e Velocittá (SP), o jovem piloto ocupa a segunda posição na classificação da categoria ProAm, com 59 pontos, apenas 2 a menos que o atual líder, Rafael Seibel. “As expectativas para a temporada são muito boas. O objetivo é levar pra casa o campeonato e, se Deus quiser, ganhar algumas corridas na geral também”, afirma Trindade.

Dudu Trindade no lugar mais alto do pódio na etapa de Santa Cruz do Sul

Sérgio Ramalho comemora os resultados das primeiras etapas, quando chegou muito próximo da vitória. “Consegui dois segundos lugares nas primeiras corridas. Bateu na trave, mas vamos com tudo para Interlagos (próxima etapa em 1º de maio), pois a meta é buscar essa vitória e subir na tabela do campeonato”, afirma Ramalho, que se juntou ao time da JBS neste ano.

E a temporada de Sérgio incluirá também a Porsche Cup Endurance, que começará em agosto com etapa no exterior e mais duas no Brasil. Outra novidade na carreira do piloto foi a etapa de duplas na Stock Car no início deste ano. “É graças ao apoio da JBS e de outras empresas do Nordeste que estão comigo que tudo isso está acontecendo. Todo o esforço feito em pista está envolvido a gratidão de todos eles”, reforça Sérgio.

Dudu Trindade também reconhece a importância de fazer parte do time de pilotos da JBS. “É fundamental esse apoio da JBS na minha carreira. Já estamos há algumas temporadas juntos e desde que essa parceria começou ambos evoluíram juntos, então é muito bom quando há essa sinergia”, resume o piloto.

“Bateu na trave”: Sérgio Ramalho vai atrás da primeira vitória em Interlagos

Rally do Nordeste

Saindo do asfalto e passando para as aventuras dos ralis, vamos destacar o próximo desafio do piloto Carlos Pixoto, da equipe Nexos, que conta com o apoio da JBS. Entre 18 e 23 de abril ocorre o RN 1500, o Rally do Nordeste, segunda etapa do campeonato brasileiro nos Estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte, que os competidores terão de acelerar forte e acertar a navegação para conquistar a liderança do campeonato.

As equipes cruzarão mais de 30 municípios, da largada em Campina Grande, terra do maior São João do mundo, até o destino final em Natal, capital do Rio Grande do Norte.

E Pixoto conhece bem as rotas dessa etapa. Ele é bicampeão do Rally do Nordeste e vai com sede de vitória para esse desafio. “Vamos para o RN para vencer. Esperamos que 2022 seja melhor que ano passado. O RN foi minha primeira prova pelo brasileiro de velocidade correndo de UTV, tenho carinho enorme pela prova”, afirmou Carlos ao jornal Tribuna do Norte.

Pixoto participou da etapa do Cerapió deste ano

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Mercado

Saiba quais foram os esportivos e SUVs premium mais vendidos no 1º trimestre

O primeiro trimestre de 2022 acabou com 374.533 automóveis (carros de passeio e comerciais leves) vendidos no Brasil. O saldo entre os modelos 0 km ainda é negativo em relação ao mesmo período do ano passado, mas se tem um setor que não enxerga crise é o premium, principalmente entre os SUVs e modelos esportivos.

Começando pelos utilitários premium – modelos com versões com valor próximo ou acima dos R$ 300 mil – quem está liderando é o Jeep Commander, com 4.932 unidades vendidas no acumulado do ano. Sucesso de vendas, o modelo de 7 lugares da Jeep é o 11º SUV mais vendido no país, algo que chama a atenção por se tratar de um veículo que custa quase R$ 300 mil em sua versão Overland 4×4.

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Commander lidera o ranking dos SUVs premium mais vendidos do país

O Toyota SW4 vem na segunda posição com 3.106 unidades emplacadas no primeiro trimestre. Apesar de ter longa fila de espera e versões acima dos R$ 420 mil, o SUV grande japonês segue sendo um dos mais desejados do segmento.

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SW4 é o segundo SUV premium mais vendido no ano

O primeiro BMW do ranking é o SUV X1 que vendeu 673 unidades entre janeiro e março deste ano. Ele é seguido de perto pela Pajero Sport, da Mitsubishi, que acumulou 651 emplacamentos no mesmo período.

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Dando sequência ao ranking dos SUVs premium mais vendidos no primeiro trimestre, agora é a vez do Mercedes GLB, com sete lugares e muito requinte. O modelo familiar da marca alemã vendeu 578 unidades e também está disponível em nosso estoque (clique aqui)

O ranking segue com Chevrolet Trailblazer com 540 emplacamentos, Volvo XC60 com 502 unidades vendidas, Volvo XC40 (438), Audi Q5 (401), Land Rover Discovery (357), Porsche Macan (278), BMW X5 (249), Land Rover Range Rover (232) e Range Rover Evoque (217).

Vale ressaltar que a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) limita o ranking dos SUVs nos 40 primeiros colocados.

ESPORTIVOS

Para quem gosta de acelerar, os esportivos são a medida certa e eles seguem com bons números de venda nesse restrito e exclusivo mercado. Quem lidera o ranking do primeiro trimestre é o Ford Mustang com 87 unidades vendidas (veja aqui), seguido de perto do Porsche 911 com 80 emplacamentos.

Clássico Mustang Shelby no estoque da JBS Motors

A Porsche, por sinal, domina o segmento com uma bela sequência: o elétrico Taycan vendeu 69 unidades, seguido do Boxster (45) e Cayman (22). Colado neles vem o BMW M3 (21), GM Corvette (18), Jaguar F-Type (18) e Mercedes-AMG GT (13 unidades).

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Supermáquinas

Conheça o Mercedes-AMG mais potente da história feito para as pistas

  • Novo Mercedes-AMG GT Track Series é uma edição numerada com 55 unidades
  • Esportivo é desenvolvido para ser utilizado somente em pistas de corrida
  • Motor V8 entrega 734 cv e 86,6 kgfm de torque

Para comemorar o aniversário de 55 anos de sua divisão esportiva, a Mercedes-AMG apresentou o modelo mais potente criado pela marca em toda sua história: o GT Track Series, idealizado para uso em pistas e eventos como os “Track Days”. São apenas 55 unidades e as vendas mundiais do Mercedes-AMG GT Track Series serão realizadas diretamente pela Mercedes-AMG na Alemanha. Os modelos serão oferecidos preferencialmente aos clientes que já adquiriram um outro superesportivo da marca: o hipercarro Mercedes-AMG One. Em função das inúmeras personalizações possíveis, o modelo não tem preço definido para o Brasil.

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O Mercedes-AMG GT Track Series tem como base de seu desenvolvimento o já icônico modelo Mercedes-AMG GT Black Series. Assim, o GT Track Series destaca-se pelo conceito de veículo que visa o desempenho de altíssimo nível, combinando-o com as qualidades comprovadas em pista dos modelos de competição das categorias GT3 e GT4. Criado apenas para uso em pistas de corrida, o GT Track Series também destaca sua alta exclusividade por meio de vários recursos técnicos e visuais únicos.

Seu coração é o motor biturbo V8 de 4,0 litros que, graças aos injetores personalizados e outros desenvolvimentos especiais para o motor como um virabrequim plano, oferece 734 cv e um torque máximo de 86,6 kgfm. A transmissão de corrida sequencial Hewland HLS de 6 velocidades com diferencial ajustável transfere a potência para o eixo traseiro. Como em todos os modelos da família GT, o item foi instalado no eixo traseiro em configuração transaxle e possui uma conexão ao motor por meio de um tubo de torque de fibra de carbono.

A suspensão utiliza amortecedores Bilstein de quatro vias totalmente ajustáveis. Como é comum no automobilismo de competição, cada um deles tem uma configuração para alta e/ou baixa velocidade nos níveis de recuperação e compressão e, adicionalmente, permitem ajustes de altura. Além disso, as barras estabilizadoras são ajustáveis individualmente.

Mercedes-AMG GT Track Series
Mercedes-AMG GT Track Series
Mercedes-AMG GT Track Series
Mercedes-AMG GT Track Series
Mercedes-AMG GT Track Series

Tudo pela performance

O design e a aerodinâmica também seguem rigorosamente a filosofia de alta performance. O capô, os para-lamas, as soleiras, a porta traseira e a saia traseira são feitas de fibra de carbono. Outro efeito importante do mix de materiais é a redução do peso do veículo para 1.400 kg.

A frente do modelo é caracterizada pela grade esportiva específica da AMG, que garante um ótimo fluxo de ar para o radiador. O divisor dianteiro para maior downforce foi desenvolvido exclusivamente para o GT Track Series.

É complementado por uma asa traseira de corrida mecanicamente ajustável e foi aprimorada para melhorar o downforce no eixo traseiro. Outro derivado direto do automobilismo é o capô de característica exclusiva com grande saída de ar. Ele guia o ar quente do compartimento do motor, aumenta o downforce geral e, ao mesmo tempo, contribui para o resfriamento do motor.

Outro desenvolvimento especial para o Mercedes-AMG GT Track Series são as exclusivas rodas de 18 polegadas forjadas e fresadas de alto brilho, o tamanho de aro usual para carros de corrida da categoria GT (Gran Turismo). Todos os tipos usuais de pneus de competição podem ser usados. Um destaque ótico especial é o exclusivo acabamento semi-brilhante em prata magno de alta tecnologia MANUFAKTUR com elementos de design em vermelho e antracite. Outro destaque que ressalta a exclusividade deste modelo GT é a integração do emblema AMG na área superior do para-choque dianteiro.

Como no GT3 e no GT4, a eletrônica de corrida é “amigável ao usuário e ao serviço” também foi instalada na GT Track Series. Eles incluem um controle de tração específico para corrida e um ABS automobilístico, cada um ajustável em 12 níveis (nível 1: atividade máxima de TC/ABS, nível 11: atividade mínima de TC/ABS, nível 12: modo desligado). O GT Track Series vem equipado com freios de aço (eixo dianteiro: 390 mm/eixo traseiro 355 mm). Um feixe de freio foi instalado para ajustar o equilíbrio do freio. Os dutos de ar de freio de carbono e as linhas de ar de freio garantem o resfriamento ideal.

Mercedes-AMG GT Track Series
Mercedes-AMG GT Track Series

Proteção para o piloto

A gaiola de proteção de aço de alta resistência é aparafusada à estrutura espacial de alumínio e uma escotilha de desencarceramento foi colocada no teto. A célula de segurança do piloto de carbono tem grandes dimensões e oferece aos pilotos mais altos espaço suficiente para se mover. Além disso, um cinto de segurança de cinco pontos e um assento ergonômico personalizável com espuma. Como resultado, a célula de segurança atende aos mais recentes padrões da FIA e oferece um nível de proteção consideravelmente maior do que os assentos de corrida comuns. O sistema de extintores de automobilismo e as redes de segurança do piloto complementam o conceito de segurança.

O volante, desenvolvido exclusivamente em cooperação com os especialistas da empresa Cube Controls, possui uma ampla faixa de ajuste e inúmeras oportunidades de controle. Os pedais também podem ser ajustados e adaptados individualmente ao físico do piloto. O painel com carbono e acabamento fosco inclui uma unidade de exibição BOSCH DDU 11 totalmente programável, projetada para operação intuitiva e de uso fácil. Além disso, incorpora um sistema abrangente de registro de dados para fins de automobilismo, por exemplo, um gatilho de volta para acompanhar os tempos de volta. O GT Track Series é um dos primeiros carros a apresentar o sistema recém-desenvolvido.

O Mercedes-AMG GT Track Series representa a máxima exclusividade. A edição limitada terá somente 55 unidades, cada uma delas construída à mão em Affalterbach. Assim, a Mercedes-AMG relembra a fundação da empresa por Hans Werner Aufrecht e Erhard Melcher no ano de 1967, há exatos 55 anos. Uma placa “1 de 55” em relevo de alta qualidade no interior identifica cada unidade como uma peça única. Os escritos bordados “Track Series” no banco do motorista e na capa limitada do carro também remetem à exclusividade da série GT Track.

Mercedes-AMG GT Track Series
Mercedes-AMG GT Track Series

Treinamento para correr

Os proprietários do Mercedes-AMG GT Track Series terão também acesso a uma ampla gama de serviços e suporte técnico que inclui privilégios que normalmente são exclusivos das equipes de competição que já são clientes da Mercedes-AMG Motorsport: um treinamento técnico antes da entrega do veículo, suporte de engenheiro individual durante os dias de pista e atividades esportivas mediante solicitação, uma linha direta de serviço durante os fins de semana de corrida, bem como serviços logísticos, como um ótimo fornecimento de peças de reposição.

O suporte técnico é garantido pelos especialistas em automobilismo da HWA AG, realizando serviços e reconstruções como parceiro de desenvolvimento e produção da Mercedes-AMG. O exclusivo sistema de pedidos e informações online “Customer Service Portal” está disponível para pedidos de acessórios e peças de reposição, bem como para fornecer toda a documentação técnica.

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Mais de 80% dos carros da Porsche serão elétricos até 2030

– Montadora alemã registrou novo recorde de receita e lucro em 2021

– Fluxo de caixa líquido cresceu 1,5 bilhão de euros e atingiu 3,7 bilhões

– Marca entregou 301.915 veículos a clientes em todo o mundo no ano passado

Ao apresentar o balanço do ano financeiro de 2021 nesta semana, a Porsche revelou seu plano ambicioso para 2030: mais de 80% dos seus carros vendidos terão quer ser 100% elétricos. Isso significa que, daqui a oito anos, ter um Porsche com motor a combustão será um direito de poucos cidadãos pelo mundo.

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Vamos iniciar falando dos recordes financeiros da Porsche em 2021. A fabricante de carros esportivos com sede em Stuttgart atingiu um novo recorde em receita de vendas e lucro operacional. As vendas em 2021 foram de € 33,1 bilhões, € 4,4 bilhões a mais do que no ano anterior, representando um crescimento de 15% (vendas do ano anterior: € 28,7 bilhões). O lucro operacional foi de € 5,3 bilhões, superando o valor do ano anterior em € 1,1 bilhão (27% a mais). Dessa forma, a Porsche gerou um retorno operacional sobre as vendas de 16% (ano anterior: 14,6 %).

O fluxo de caixa líquido cresceu € 1,5 bilhão e atingiu € 3,7 bilhões em 2021 (ano anterior: € 2,2 bilhões). A Porsche entregou no ano passado 301.915 veículos a clientes em todo o mundo. Isso significa que a marca de 300.000 foi ultrapassada pela primeira vez na história da empresa (ano anterior: 272.162 entregas).

Os modelos mais vendidos foram o Macan (88.362) e o Cayenne (83.071). Os números de entrega do Taycan mais que dobraram: 41.296 clientes receberam o primeiro Porsche totalmente elétrico, que ultrapassou o icônico carro esportivo 911, embora este último também tenha estabelecido um novo recorde com 38.464 unidades.

“O Taycan é um Porsche 100% e inspira todos os tipos de pessoas: clientes novos e antigos, especialistas e a mídia comercial. Estamos intensificando nossa ofensiva elétrica com outro modelo: Em meados desta década, queremos oferecer nosso carro esportivo 718 de motor central exclusivamente num formato totalmente elétrico”, afirma Olive Blumer, presidente do Conselho Executivo da Porsche AG.

Vendas do Taycan dobraram em 2021 e modelo elétrico passou o 911

Eletrificação sem volta
No ano passado, quase 40% de todos os novos veículos Porsche entregues na Europa já eram pelo menos parcialmente elétricos – ou seja, modelos híbridos plug-in ou totalmente elétricos. Além disso, a Porsche anunciou sua intenção de atingir sua neutralidade em carbono até 2030. “Em 2025, espera-se que metade de todas as novas vendas da Porsche sejam de veículos elétricos – ou seja, totalmente elétricos ou híbridos plug-in”, anunciou Oliver Blume. “Em 2030, a participação de todos os veículos novos com propulsão totalmente elétrica deve ser superior a 80%”.

Para atingir esses objetivos ambiciosos, a Porsche está investindo em estações de carregamento premium junto com parceiros – e também em sua própria infraestrutura de carregamento. Outros investimentos extensivos estão fluindo em tecnologias essenciais, como sistemas de bateria e produção de módulos. No recém-fundado Cellforce Group, estão sendo desenvolvidas e produzidas células de bateria de alto desempenho que devem estar prontas para produção em série até 2024.

Maiores mercados
Em 2021, a Porsche aumentou suas entregas em todas as regiões de vendas globais. Mais uma vez, o mercado individual de maior volume foi a China. Com quase 96.000 entregas, um aumento de 8% foi registrado em relação a 2020. A Porsche cresceu rapidamente na América do Norte: Nos Estados Unidos, o número de entregas aumentou em impressionantes 22% chegando a mais de 70.000 unidades. Um desenvolvimento muito positivo também foi observado na Europa: Somente na Alemanha, a Porsche aumentou suas entregas de veículos novos em 9%, atingindo quase 29.000 unidades.