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CAOA Chery prepara fábrica de Jacareí para eletrificação da gama

Uma das notícias mais comentadas no mundo automotivo nesta semana foi o fechamento repentino da fábrica da CAOA Chery em Jacareí, no interior de São Paulo. Segundo a montadora, a paralisação na produção será temporária (até 2025) e o objetivo é a adequação ao programa de eletrificação da marca. Com isso, o sedã Arrizo 6 passará a ser importado da China, enquanto o Tiggo 3X sairá de linha.

++ Confira o estoque de modelos da CAOA Chery na JBS Motors

Em comunicado feito nesta quinta-feira (5), a CAOA Chery afirmou que seguirá prestando atendimento integral aos clientes dos modelos fabricados na planta, mantendo total assistência técnica, garantias, peças e serviços em suas mais de 140 concessionárias localizadas em todas as regiões do país.

Plano de R$ 1,5 bilhão

A remodelação da fábrica de Jacareí faz parte de um plano de adequação e investimentos da CAOA Chery no Brasil de R$ 1,5 bilhão até 2025. A unidade fabril passará por mudanças para ajuste dos processos produtivos que permitirão a introdução de novos produtos concebidos a partir de plataformas de última geração, equipados com propulsores híbridos ou 100% elétricos.

Vale ressaltar que a CAOA Chery não vai esperar pelos dois anos de preparação da fábrica de Jacareí para iniciar a produção de carros híbridos no Brasil. Segundo a montadora, a planta de Anápolis (GO) já foi modernizada e está pronta para a dar o pontapé na eletrificação da marca, que quer ter, pelo menos, uma versão híbrida ou elétrica em toda a sua gama.

Primeiro híbrido
O Tiggo 8 Pro será o primeiro híbrido da CAOA Chery no Brasil. O SUV usará a tecnologia de recarga plug-in e com autonomia para rodar 90 km no modo 100% elétrico. Combinado com o motor 1.6 turbo, entregará mais de 200 cv de potência. A novidade terá ainda uma supertela de 24 polegadas para a central multimídia, além de mudanças no visual. A chegada do modelo que deve rodar no modo elétrico, sem usar combustível, por 100 quilômetros ou um pouco mais deve ocorrer ainda neste ano. A previsão é que na primeira semana de junho a empresa faça o anúncio.

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Salão do Automóvel volta este ano em formato inédito em Interlagos

Uma boa notícia para os aficionados por carros: o Salão do Automóvel está de cara nova e data marcada para acontecer ainda neste ano. Esse público estava órfão de um grande evento automotivo no Brasil desde 2018, quando foi realizada a última edição do Salão do Automóvel de São Paulo. E não dá para colocar a culpa por esse vácuo de quase 4 anos apenas na pandemia da Covid-19. Antes mesmo da crise sanitária, ainda em 2019, grandes montadoras já pulavam foram do barco do maior evento automotivo da América Latina, que deveria acontecer no final de 2020.

Uma das maiores reclamações das montadoras era sobre o formato “ultrapassado” da mostra, que reunia praticamente todas as marcas do mercado em um único espaço fechado e sem muitas experiências para o público. Isso vai mudar.

O novo Salão do Automóvel de São Paulo está marcado para acontecer entre os dias 6 e 14 de agosto desse ano e promete entregar experiências inéditas para o público ao mudar de local e ser transformado em um verdadeiro festival automotivo. Agora com o nome de São Paulo Motor Experience, o evento sai do São Paulo Expo e passa para o Autódromo de Interlagos. Dessa forma, ganhará mais espaço e passará a abrigar uma série de novas estruturas.

Com a mudança, o Salão do Automóvel seguirá a tendência global de eventos voltados para a experiência do público com marcas e produtos. Entre outras vantagens, o autódromo permitirá a realização de test-drives e pelo menos cinco tipos de pistas especialmente concebidos para o evento: pista off-road, pista SUV, pista UTV, arena drifting e arrancada e pista new tech (projetada para demonstrações de novidades tecnológicas).

O novo conceito permitirá ainda que a participação de cada expositor seja customizada de acordo com as suas preferências. Por exemplo: os boxes do autódromo servirão como área de exposição, onde montadoras e importadores apresentarão seus principais lançamentos. Outra novidade será a arena exclusiva para que as marcas possam comercializar os veículos, uma antiga reivindicação das montadoras.

A organização do evento promete também festival de música com show ao vivo, cine drive in, roda gigante e voos de balão. Os ingressos serão colocados à venda a partir de abril, com preço entre R$ 40 e R$ 7.000, dependendo do número de atrações contratadas pelo visitante. A previsão é que o evento movimente mais de R$ 300 milhões na economia da cidade e gerar cerca de 20.000 empregos diretos e indiretos.

* Com informações do UOL Carros, Motor1 e Automotive Business

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Você sabe onde se vende mais carro elétrico no mundo?

Uma análise da Agência Internacional de Energia (IEA) comprova o que a gente vê nas ruas: o mercado global dos carros eletrificados (100% elétricos ou híbrido plug-in) está crescendo de forma acelerada em grande parte dos países. As informações são do Motor1.

Os números comprovam isso. Foram vendidos em 2019 2,2 milhões de carros eletrificados, com 2,5% de participação do mercado. No ano seguinte as vendas subiram para 3 milhões e 4,1% de participação, mesmo com o encolhimento do mercado geral devido à pandemia da Covid-19. Já em 2021 os números dobraram, passando para 6,6 milhões e impressionantes 9% do mercado global. A participação mais que triplicou nos últimos dois anos.

Para se ter uma ideia do crescimento, nos dias atuais, o que se vende de carros eletrificados em uma semana, cerca de 130 mil unidades, é o equivalente ao número total de vendas em 2012.

A IEA estima que haja 16 milhões de carros elétricos e híbridos plug-in em circulação no mundo todo, consumindo cerca de 30 terawatt-hora (TWh) de eletricidade por ano, o equivalente a toda a eletricidade gerada na Irlanda, por exemplo.

Onde eles estão?

O maior mercado automotivo do mundo, a China, lidera também a venda de carros eletrificados. Somente no ano passado, 3,4 milhões de modelos dessa categoria foram comercializados no gigante asiático. Na Europa, as vendas de carros eletrificados aumentaram quase 70% em 2021, para 2,3 milhões, cerca de metade sendo híbridos plug-in. No geral, os carros eletrificados representaram 17% do total das vendas europeias em 2021.

Em relação à participação de elétricos no mercado ninguém supera a Noruega. Por lá, os carros ligados na tomada representaram 72% de todas as vendas em 2021. Na sequência vem Suécia (45%), Países Baixos (30%), Alemanha (25%), Reino Unido (15%), França (15%), Itália (8,8%) e Espanha (6,5%)

Outro mercado que está acelerando na venda de elétricos é o norte-americano. Cerca de 500 mil carros eletrificados foram vendidos em 2021 nos Estados Unidos, uma participação de 4,5% nesse grande mercado automotivo.

Realidades diferentes

A análise da agência observa que há uma grande disparidade na distribuição dos carros eletrificados no mundo. China, Europa e Estados Unidos representam cerca de dois terços do mercado global de automóveis, mas cerca de 90% das vendas de carros elétricos.

Na maioria dos mercados restantes, os carros elétricos e híbridos plug-in representam menos de 2% das vendas e nas grandes economias em desenvolvimento, como Brasil, Índia e Indonésia, a participação ainda está abaixo de 1%. No Japão, as vendas de carros elétricos também seguem fracas, abaixo de 1% do mercado nos últimos 3 anos.

Vale lembrar que no Brasil os eletrificados já somam cerca de 2,2% do mercado, mas a maioria é formada por híbridos convencionais que regeneram energia, como os modelos da Toyota e da Lexus. A Agência Internacional de Energia considera eletrificados os modelos 100% elétricos e os híbridos plug-in, que são recarregados na tomada.

Seja qual for o tipo de carro eletrificado que você procura, no show-room da JBS Motors você irá encontrar. Tem modelos 100% elétricos, como o Audi E-Tron, híbridos plug-in, como o Volvo S60 e híbridos regenerativos, como o Corolla Cross.

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Audi retoma a produção no Brasil. Veja quais modelos serão fabricados no Paraná

A Audi do Brasil confirma a retomada da produção em sua fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, a partir de meados de 2022. Os modelos escolhidos para a linha de montagem brasileira são o Audi Q3 e o Audi Q3 Sportback, ambos com motor 2.0 turbo e a tração quattro.

De acordo com Johannes Roscheck, CEO e Presidente da Audi do Brasil, “estamos muito felizes em anunciar a retomada da produção na fábrica de São José dos Pinhais, a única da marca na América do Sul. Mesmo em um momento desafiador, a empresa sempre trabalhou para viabilizar a fabricação nacional por acreditar no potencial do País e na credibilidade que a marca ganha na visão dos nossos clientes”.

A produção do Audi Q3 com motor 2.0 em suas duas carrocerias será feita em uma linha de montagem exclusiva, a mesma que produziu a geração anterior do SUV até 2019. Os modelos chegarão no porto de Paranaguá divididos em conjuntos de peças e partes vindos da fábrica de Györ, na Hungria, para a montagem em solo brasileiro.

Estratégia de eletrificação

Além da confirmação da produção local, a Audi do Brasil, em conjunto com suas concessionárias, aproveitaram a ocasião para fazer um segundo anúncio, relacionado à estratégia de eletrificação da marca no País: em uma ação inédita, a empresa das quatro argolas e sua rede de distribuidores se uniram para ampliar a infraestrutura de recarga ultrarrápida brasileira.

A partir de 2022, serão investidos mais de R$ 20 milhões para instalar estações de recarga DC de 150kW em quase todas as concessionárias da marca no Brasil. Nestes carregadores, o 100% elétrico Audi e-tron, por exemplo, recarrega a bateria de 0% a 80% em menos de 25 minutos.

Histórico da produção local

A história de fabricação nacional da Audi no Brasil teve início em 1999 com a inauguração da unidade de São José dos Pinhais, no Paraná, onde foram produzidos os Audi A3 de primeira geração nacionais até 2006.

Novo Q3 Sportback será produzido no Brasil

Em 2012 o governo brasileiro instituiu o Inovar-Auto, Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica e Adensamento da Cadeia Produtiva de Veículos Automotores, e com ele a Audi do Brasil decidiu produzir no País novamente. Para concretizar a decisão, a empresa investiu cerca de 150 milhões de euros, valor próximo de R$ 500 milhões à época, na unidade paranaense.

A produção teve início em 2015 com o A3 Sedan – até hoje o único modelo com motor flex feito pela Audi em todo o mundo – e, em 2016, passou a produzir também o Q3. A fabricação do SUV seguiu até 2019, com o fim do ciclo de vida da geração anterior, enquanto o A3 Sedan foi fabricado até 2020, também com o fim do ciclo de vida da geração.

Após um hiato de pouco mais de um ano, entre fim de 2020 e meados de 2022, a Audi voltará a montar dois modelos na fábrica do Paraná: os novos Audi Q3 e Audi Q3 Sportback.

Audi Q3 e Audi Q3 Sportback brasileiros

Os Audi Q3 e Audi Q3 Sportback nacionais terão o já consagrado motor EA888 2.0 TFSI gasolina de quatro cilindros com injeção direta e turbocompressão, que entrega 340 Nm de torque e potência de 231 cv. Além disso, a produção marcará dois fatos inéditos: será a primeira vez que a Audi montará um modelo com a tração quattro no País e a primeira vez que equipará uma transmissão tiptronic de oito velocidades a um veículo com motor transversal, que proporciona rápidas e confortáveis trocas de marchas.

Desde seu lançamento em fevereiro de 2020 o Audi Q3 virou referência em seu segmento e se tornou o veículo mais vendido da Audi no Brasil já em seu primeiro ano. Ambos incorporam a nova linguagem de design da família Q, apresentada no Brasil com o Audi Q8, modelo completamente novo da marca. Na parte frontal um dos principais destaques é a grade Singleframe com desenho octogonal.

O interior complementa o projeto do exterior e segue a tendência dos modelos topo de linha da marca. Assim como nos A6, A7 e Q8, os novos Audi Q3 trazem como elemento central o novo conceito do MMI com display de 8,8” sensível ao toque integrado ao painel, que é inclinado em 10 graus em direção ao motorista, ergonomicamente bem localizados. O volante com shift paddles é item de série.

Outro destaque é a divisão de espaço altamente variável: os bancos traseiros são corrediços de série e podem ser movidos para frente em 150 milímetros na Q3 e 130 milímetros na Q3 Sportback. E o porta-malas merece um capítulo à parte: tanto o Q3 quanto o Q3 Sportback possuem 530 litros, o maior volume da categoria. Com os encostos totalmente rebatidos, o volume salta para 1.525 litros no Q3 e 1.400 litros no Q3 Sportback.

Novo Q3 nacional terá motor 2.0 TFSI de 231 cv

E você que curte os carros da marca alemã, qual modelos gostaria de ter na garagem? Veja aqui o estoque de carros da Audi no show-room digital da JBS Motors.

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Carros esportivos em alta: veja quais os mais vendidos no ano

Bons ventos para o setor do mercado automotivo que faz parte dos sonhos da maioria das pessoas. A venda de carros esportivos no acumulado de janeiro a outubro deste ano já supera a comercialização de todo o ano passado.

Enquanto em 2020 foram emplacados 2.180 modelos dessa categoria, nos primeiros 10 meses de 2021 já foram vendidos 2.753, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Porsche 718 Boxster para pronta-entrega no show-room da JBS Motors

Essa alta significativa gerou uma longa fila de espera nas revendas de esportivos 0 km, tendo modelos com até mais de 6 meses de prazo para chegar à garagem dos futuros donos.

Essa demora fez crescer a procura pelos seminovos dessa categoria, o que foi sentido nas unidades da JBS Motors, que tem a vantagem da pronta-entrega que pode ser feita em todo o país. (Veja aqui o estoque atual da JBS Motors em nosso show-room virtual)

Voltando aos dados da Fenabrave, os esportivos mais vendidos neste ano são: Porsche 911 com 814 unidades vendidas; BMW Z4 (372); Ford Mustang (346); Porsche Taycan (342); Porsche Boxster (201); Porsche Cayman (110); BMW M3 (107); Jaguar F-Type (88) e Audi TT (75).

Audi RSQ8 é um superesportivo de 600cv que está no show-room da JBS Motors
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Carros elétricos e híbridos estão em alta no Brasil

As vendas de carros híbridos e elétricos bateram novos recordes no Brasil. Tanto nos emplacamentos do primeiro semestre de 2021 como nos números de junho, os veículos eletrificados de passeio e comerciais leves avançaram para patamares inéditos de participação de mercado. A informação é do site Motor1.

De acordo com os dados divulgados pela ABVE (Associação Brasileira do Veículo Elétrico), que compilou os dados fornecidos pela Fenabrave (Federação Nacional dos Distribuidores de Veículos Automotores), foram 13.899 veículos eletrificados (elétricos, híbridos e híbridos plug-in) emplacados nos primeiros seis meses de 2021 – 1,4% do total de 1.006.685 veículos comercializados no mercado interno entre janeiro e junho.

Enquanto isso, junho de 2021 foi o melhor mês da série histórica da ABVE, com 3.507 emplacamentos de híbridos e elétricos, superando o resultado de maio (3.102) e atingindo o patamar inédito de 2% de participação de mercado dos eletrificados entre os veículos leves e comerciais leves comercializados no mês (169.589).

Como referência, o market share dos veículos eletrificados no país havia sido de 1,7% em maio e apenas 1% nos primeiros seis meses de 2020, o que mostra a rápida evolução nas vendas desse tipo de veículo, ainda que o mercado interno seja reduzido. A frota total de eletrificados em circulação no Brasil chegou a 56.168 veículos (2012 a junho de 2021).

A tendência é que com o lançamento de novos modelos elétricos e híbridos a partir do segundo semestre deste ano e a ampliação da rede de vendas para esse tipo de veículo pelas montadoras, os números devam a crescer de forma cada vez mais acelerada – a ABVE estima que as vendas de veículos eletrificados ultrapasse as 30.000 unidades no fechamento de 2021.

Veja abaixo a distribuição das vendas por tipo de veículo:

Total de eletrificados (1° semestre): 13.899

Híbrido convencional: 8.065 = 58,02%
Híbrido plug-in: 5.102 = 36,70%
Elétrico a bateria: 732 = 5,26%

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Mercado de seminovos e usados registra alta de 63% no semestre

Com o segmento de carros 0 km sofrendo com baixas na produção e muitos aumentos de preço, os carros usados tiveram um aumento acima de 63% no primeiro semestre deste ano. A transação de veículos usados, nesse 1º semestre, ultrapassou a marca de 7,3 milhões de unidades, segundo dados da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Segundo o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, alguns fatores prejudicaram a vendas dos automóveis 0km e em contrapartida, favoreceu os usados. “No primeiro semestre de 2020, a chegada da pandemia de Covid-19 fechou concessionárias e lojas independentes, comprometendo muito as negociações de usados nos meses de abril e maio, em todo o Brasil. Além disso, grande parte dos Departamentos Estaduais de Trânsito(Detrans) estava com operações limitadas, não realizando, por exemplo, as transferências de titularidade, interferindo, diretamente, no registro das transações”, esclarece.

No comparativo de junho de 2021 com o mesmo período de 2020, houve um aumento de 81,73% na venda de usados de automóveis e comerciais leves. “O mercado de automóveis e comerciais leves usados permanece aquecido e reduziu a disponibilidade desses veículos no mercado, em função das dificuldades que a indústria vem enfrentando na produção dos zero km”, acrescenta Assumpção.

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Entenda as novas leis de trânsito que entraram em vigor no Brasil

Entram em vigor nesta segunda-feira (12) as alterações promovidas no Código Brasileiro de Trânsito. A principal novidade é ampliação do prazo de validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para dez anos no caso de condutores de até 50 anos. As mudanças foram sancionadas pelo presidente Jair Bolsonaro em outubro do ano passado, quando ficou definido que a vigência passaria a ocorrer 180 dias após a sanção.

Os exames de aptidão física e mental para renovação da CNH não serão mais realizados a cada cinco anos. A partir de agora, a validade será de dez anos para motoristas com idade inferior a 50 anos; cinco anos para motoristas com idade igual ou superior a 50 anos e inferior a 70 e três anos para motoristas com idade igual ou superior a 70 anos.

Haverá mudanças também na quantidade de pontos que podem levar à suspensão da carteira. Atualmente, o motorista que atinge 20 pontos durante o período de 12 meses pode ter a carteira suspensa. Agora, a suspensão ocorrerá de forma escalonada. O condutor terá a habilitação suspensa com 20 pontos (se tiver duas ou mais infrações gravíssimas na carteira); 30 pontos (uma infração gravíssima na pontuação); 40 pontos (nenhuma infração gravíssima na pontuação).

As novas regras proíbem que condutores condenados por homicídio culposo ou lesão corporal sob efeito de álcool ou outro psicoativo tenham pena de prisão convertida em alternativa.

O uso de cadeirinhas no banco traseiro passa a ser obrigatório para crianças com idade inferior a 10 anos que não tenham atingido 1,45 metro de altura. Pela regra antiga, somente a idade da criança era levada em conta.

Nos casos de chamamentos pelas montadoras para correção de defeitos em veículos (recall), o automóvel somente será licenciado após a comprovação de que houve atendimento das campanhas de reparos.

Com informações da Agência Brasil
Foto: Fábio Rodrigues/ABr

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Volvo domina o mercado de híbridos plug-in

A Volvo foi uma das primeiras marcas do mundo a eletrificar toda a gama de veículos, fazendo com que cada modelo tenha ao menos uma versão híbrida plug-in ou 100% elétrica. Essa aposta da montadora sueca também está refletindo no mercado brasileiro. No ano passado, 63% dos híbridos recarregados na tomada vendidos no país foram da Volvo. Considerando híbridos e elétricos no segmento premium, os suecos ostentam 50% de participação do mercado.

Essa procura por carros eletrificados também tem aumentado no show-room das quatro unidades da JBS Motors. Os modelos híbridos e elétricos já representam um significativo percentual nas vendas do grupo especializado em veículos premium. Tanto que a nova loja no Pina (leia mais aqui) conta com um ponto de recarga rápida para veículos híbridos plug-in e elétricos de seus clientes. Uma inovação no segmento de seminovos na região.

Os modelos da Volvo que podem ser recarregados na tomada têm muita procura na JBS Motors. O destaque atualmente é para uma unidade 0 km do cobiçado XC60 T8 Recharge Momentum (fotos abaixo). Uma unidade do XC40 Recharge R-Design, também 0 km, não passou muito tempo no estoque e já está desfilando pelas ruas do Recife.

Mas outros modelos híbridos e 100% elétricos também têm bom desempenho no show-room da JBS Motors. Atualmente, o estoque conta com unidades do Toyota RAV4 e Corolla Altis que utilizam a tecnologia híbrida regenerativa, que dispensa a recarga na tomada.

Os 100% elétricos também estão representados na JBS Motors. E não poderia ser de forma mais expressiva com uma unidade 0 km do tecnológico Tesla Model 3. Outros dois modelos da icônica marca norte-americana foram vendidas recentemente no show-room do Pina (veja mais aqui).

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Eu tenho um Ford, e agora?

Desde o anúncio bombástico do fechamento das fábricas da Ford na semana passada, um dos questionamentos mais repetidos pelos clientes da marca é: “eu tenho um carro da Ford, e agora?”. O que todos querem saber é como ficam algumas questões relacionadas ao pós-venda, como garantia de fábrica, assistência técnica nas concessionárias, reposição de peças, revisões e, claro, o poder de revenda dos modelos no futuro.

A própria Ford afirmou no comunicado do encerramento da produção no país, que seguiria dando toda a assistência necessária aos proprietários dos carros da marca. “Quero enfatizar que estamos comprometidos com a região para o longo prazo e continuaremos a oferecer aos nossos clientes ampla assistência e cobertura de vendas, serviços e garantia. Isso se tornará evidente ao trazermos para o mercado uma linha empolgante e robusta de SUVs, picapes e veículos comerciais conectados e eletrificados, de dentro e fora da região”, disse Lyle Watters, presidente da Ford América do Sul e Grupo de Mercados Internacionais.

Os concessionários da Ford também saíram com comunicados para tranquilizar os consumidores. Todos asseguram que os clientes usuários da linha Ka e Ecosport não precisam se preocupar, pois a garantia e a assistência técnica desses veículos seguem inalteradas.

Os lojistas frisam o momento de reestruturação da Ford no mercado nacional, que passa pela permanência de modelos importados, como a picape Ranger, os esportivos Mustang e Edge ST e o SUV Territory.. Além desses, novidades como o Bronco e o Escape também devem desembarcar ainda este ano no país. Para 2022 é esperada a chegada de uma picape de menor porte para competir com a Fiat Toro. O utilitário vai se chamar Maverick e será fabricado no México.

Se você tem um Ford na garagem, o momento não é de desespero. Tanto a montadora como seus concessionários asseguram que o pós-venda continuará funcionando em todos os estados. Siga, portanto, fazendo as revisões periódicas de seu Ford e cuide bem dele para que a revenda não seja um problema futuro. O fato de o carro sair de linha não quer dizer, necessariamente, sua morte no dia seguinte. Há (e haverá) mercado para Ka e Ecopost por muitos anos no Brasil.