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AMG, RS, M e SVR: conheça a divisão esportiva das marcas premium

Se as marcas premium, como Mercedes, Audi, BMW, Jaguar e Land Rover já reúnem uma legião de aficionados, quando falamos da divisão esportiva ou de alta performance de cada uma delas, com seus carros de maior desempenho e toques de exclusividade, os fãs se multiplicam na mesma proporção que aumentam os cavalos de potência sob o capô.

Para identificar as divisões esportivas, basta procurar elementos exclusivos que cada marca entrega em seus modelos. Na Mercedes-Benz, por exemplo, a assinatura AMG está presente nos exemplares mais apimentados da montadora alemã.

A sigla vem do sobrenome de dois ex-funcionários da Mercedes: Hans Werner Aufrecht, Erhard Melcher e da cidade natal de Melcher, Großaspach. Eles fundaram a preparadora de veículos e motores esportivos em 1967 para transformar carros da Mercedes-Benz em modelos de competição.

A parceria oficial entre a montadora e a preparadora começou nos anos 1990 tendo como primeiro projeto fruto da parceria o C 36 AMG, lançado em 1993. Só em 2005 a preparadora foi vinculada definitivamente ao grupo Daimler AG, dona da Mercedes.

A35 AMG impecável no show-room da JBS Motors

Hoje são cerca de 20 diferentes modelos da Mercedes com a assinatura AMG, como o A35 AMG 2021 disponível para pronta-entrega no show-room da JBS Motors. O sedã tem apenas 3.400 km rodados e entrega 306 cv de potência no motor 2.0 turbo e câmbio automático 7G-DCT.

Carro de corrida

Na Audi podemos identificar os carros da divisão esportiva através da assinatura RS, sigla que quer dizer “RennSport” em alemão ou “Racing Sport”, em inglês. Ela foi apresentada oficialmente como divisão esportiva da Audi em 1994, quando a montadora lançou a lendária RS2 Avant, com a ajuda da compatriota Porsche. Nasceu com o DNA dos carros de corrida e de rali (no caso da Audi) das duas montadoras.

Hoje, praticamente todos os modelos da Audi têm uma versão RS, sempre com um motor de maior desempenho, um visual mais agressivo e itens de exclusividade. É o caso do RSQ3 2021/2022 do show-room da JBS Motors que tem apenas 2.060 km rodados.

Audi RSQ3 no show-room da loja 3 da JBS Motors do Pina

O SUV de pegada esportiva e visual arrebatador tira 400 cv de potência de seu motor 2.5 TFSI que permite o modelo a acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,5 segundos e velocidade máxima de 280 km/h.

BMW: cores da esportividade

Uma letra M e três barras coloridas ao lado: esses detalhes podem fazer uma grande diferença quando estão na grade frontal de um BMW. O M de Motorsport representa a divisão esportiva da marca bávara, sempre com motores muito mais potentes e muitos itens de exclusividades.

Na BMW é possível “transformar” os modelos de linha comum em versões M. Nesse caso, a montadora oferece um kit com equipamentos que dão um toque “M” no visual, como rodas, volante, soleira e até mesmo a logo da divisão esportiva.

Por falar na logomarca, você sabe porque as cores azul, violeta e vermelha estão ao lado do M nos modelos esportivos da BMW? Segundo publicação do Autopapo, os seguintes funcionários da BMW estiveram envolvidos na seleção das cores para o design da divisão de automobilismo da BMW em 1972: Jochen Neerpasch, então diretor de corridas e co-gerente da BMW Motorsport; Wolfgang Seehaus, designer de interiores na época; e Manfred Rennen, então designer exterior. O designer Seehaus fazia parte da equipe e foi ele quem criou as cores BMW M: azul, violeta e vermelho, onde azul remete à BMW, vermelho representa o automobilismo e violeta simboliza a combinação única dos dois.

BMW M5 no show-room da JBS Motors: exclusividade e velocidade

No show-room da JBS Motors você encontra um dos mais cobiçados e velozes modelos da divisão esportiva da marca bávara. O BMW M5 2018/2019 com 19.511 km rodados entrega impressionantes 600 cv de potência com seu motor 4.4 V8 twin turbo e transmissão automática de 8 velocidades.

SVR ou SVO: britânico veloz

Nas marcas irmãs e britânicas Jaguar e Land Rover, a divisão de alta performance se chama Special Vehicle Operatios (SVO), mas que nos carros vira SVR, onde o R representa Racing, agregando esportividade ao departamento.

Um dos modelos mais emblemáticos da divisão esportiva da Jaguar é o F-Pace SVR. O SUV de porte avantajado tem desempenho de carro de corrida com seu motor 5.0 V8 Supercharged AWD de fortes 550 cv de potência e brutais 69,3 kgfm de torque. Com isso, o gigante consegue acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 4,6 segundos.

Esportividade pura e bruta: F-Pace SVR da JBS Motors

No show-room da JBS Motors tem um exclusivo e disputado exemplar do F-Pace SVR 2020 para pronta-entrega com apenas 9.990 km rodados e transmissão automática de oito velocidades. O Modelo tem garantia de fábrica até novembro de 2022.

Cavalaria pesada: conheça os modelos esportivos no show-room da JBS Motors
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História

Carro conversível é sinônimo de glamour e liberdade. Mas quando eles surgiram?

Charme, elegância e esportividade: os carros conversíveis conseguem reunir muitos aspectos subjetivos que vão além do design. Dirigir com os “cabelos ao vento” ou ter o céu estrelado como teto infinito do seu automóvel são sensações que só os “capotas abertas” podem passar. Mas você sabe quando surgiram os carros conversíveis?

Show-room da unidade 3 do Pina da JBS Motors só com carros conversíveis

Pouca gente sabe ou lembra, mas os automóveis nasceram conversíveis. Por isso, a história desse tipo de carroceria se confunde com a trajetória do automóvel no mundo. Essa origem tem inspiração em um tipo de carruagem francesa do século 19 chamada de Cabriolet – nomenclatura que ainda remete ao conversível nos dias de hoje, principalmente na Europa.

Em 1886, o alemão Karl Benz apresentava ao mundo o que é amplamente reconhecido como o primeiro automóvel que se movia através de motores a combustão interna, o Motorwagen. Ele possuía 3 rodas e era baseado nas carruagens sem teto.

Modelo de patente do Motorwagen, considerado o primeiro automóvel com motor a combustão

Os conversíveis dominaram o restrito mercado automotivo até 1910, quando a Cadillac apresentou o primeiro automóvel fechado, o que gerou uma reviravolta na indústria. A evolução foi rápida e os conversíveis só voltaram a chamar a atenção em 1934 quando a Peugeot lançou o chamado 402 Eclipse Décapotable, o primeiro carro conversível que possuía um teto rígido elétrico, porém, mesmo assim, os fechados assumiram o mercado.

Coube ao cenário norte-americano, entre os anos 1950 e 1960, resgatar o glamour dos conversíveis. Muito disso se deve à presença dos carros “sem teto” em filmes e séries de grande sucesso nos Estados Unidos. Desde então, o conversível carrega esse status de elegância e liberdade, que nenhuma outra carroceria consegue passar.

Show-room exclusivo

Para os que curtem a liberdade e elegância dos carros conversíveis, a JBS Motors preparou um show-room inteiro só com modelos de capotas abertas. O palco foi a nova loja do Pina (fotos abaixo) e nele temos exemplares que transmitem tudo o que um conversível pode passar, mas com ênfase na esportividade.

Um grande representante dessa turma é o icônico Mustang Shelby GT 500 ano 2010. O muscle car norte-americano vem de uma geração de esportivos que brilharam nas pistas e nas telas de cinema, mas tem as versões de capota aberta como as mais cobiçadas.

Outro conversível desse show-room especial que tem uma legião de admiradores é o Porsche 718, que nas carrocerias sem teto usa a assinatura Boxster, nome composto por “Boxer” e “Roadster”. O alemão transpira esportividade e tem muita agilidade, graças ao conceito do motor central, 2 bancos, 2 porta-malas, a “flyline” típica, motor boxer com centro de gravidade baixo e reação instantânea.

Veja no site da JBS Motors todos os carros de nosso show-room e encontre o modelo que se encaixa nos seus sonhos. Seja com teto ou de capota aberta.

* Foram fontes para este artigo:

Conversíveis modelos arrojados que fazem história

Qual foi o primeiro carro conversível?

https://pt.wikipedia.org/wiki/Wikip%C3%A9dia:P%C3%A1gina_principal

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História

JBS Veículos agora é JBS Motors. Entenda a mudança

Alcançar três décadas no mercado automotivo é um feito para poucos. A JBS chega a essa etapa em seu melhor momento e inaugura uma nova marca. A mudança vai além da renovação do logotipo ou slogan: trata-se do marco da nova era para o grupo que é referência na venda de carros novos e seminovos premium.

Para começar, JBS Veículos passa a se chamar JBS Motors. A alteração remete ao reposicionamento de mercado pelo qual a empresa está passando nos últimos anos. “O termo ‘veículos’ remete mais a varejo, o que não é negativo. Mas o ‘Motors’ coloca a empresa em uma categoria de montadora e loja premium, que é a atual realidade da JBS”, explica Rodrigo Vitor, diretor de Marketing da JBS Motors.

A nova logomarca já está na fachada da loja do Pina e carrega, no simbolismo, muito da história de 30 anos da JBS. Segundo Rodrigo, os três ‘S’ que formam a nova logo têm mais de uma tradução. “A gente buscou, nesses últimos dois anos de desenvolvimento da nova marca, dar um DNA, um valor afetivo à logomarca. Pensamos, junto à direção da empresa, como poderíamos unir a questão familiar, os valores do grupo, e o setor automotivo, mas sem cair no lugar-comum. Foi assim que surgiu a nova JBS Motors”, ressalta o diretor de Marketing.

Portanto, a primeira tradução da logo remete às iniciais de Solon Galvão, presidente e fundador da JBS, e de seus filhos – diretores da empresa – Saulo e Solon Filho. “A mesma leitura também simboliza os três pilares que acompanham a JBS em toda a sua trajetória: Segurança, reflexo da credibilidade e transparência; Solidez, que foi conquistada ao longo dos 30 anos e remete a atual estrutura; e Satisfação, que passa fundamentalmente pelo foco no cliente”, acrescenta Rodrigo.

Há ainda a tradução automotiva da logomarca. As letras “S” dentro do cúrculo também representam pistas sinuosas, que retratam o caminho da empresa. “Afinal, os carros sempre terão esse objetivo, que é levar pessoas de um lugar a outro. É uma jornada que a JBS iniciou há 30 anos e vai seguir com os mesmos valores”, completa o diretor.

Além da mudança de marca, a JBS Motors está perto de inaugurar a sua quarta unidade, localizada na Avenida Antônio de Goes, no Pina, Zona Sul do Recife. A nova loja representará um novo conceito para o mercado automotivo do Nordeste, com muita inovação e tecnologia. São muitas surpresas que a direção da empresa promete revelar ainda neste ano.

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História

Inovação, foco e aposta no futuro: conheça a trajetória de Solon Galvão

A trajetória de sucesso no meio empresarial passa, necessariamente, pelo enfrentamento de crises. Nos últimos 30 anos, o Brasil e o mundo passaram por momentos agudos, de recessão. Diante do tempo, com força e perseverança, os empresários Solon Galvão e Carmélia Galvão de Melo, fundadores da JBS Veículos, conseguiram vencer. Solon pode se orgulhar e compartilhar seu trajeto. Tornar pública a história da empresa pode inspirar novos empreendedores que se veem diante da maior crise que este país já passou.

Solon lembra que nestes 30 anos, à frente da JBS, que o setor automotivo nacional enfrentou diversos momentos agudos de crises, algumas que pareciam impossíveis de serem vencidas. “Essa atual (crise) é a pior, sem dúvida. Mas já passamos por situações muito difíceis, como o confisco da poupança no início dos anos 1990 (pelo então presidente Fernando Collor). Naquela época, ou você comprava o carro à vista ou tinha opção de parcelar em até três vezes (30-60-90 dias) pelo banco. Diante do cenário devastador das pessoas sem dinheiro, assumi o compromisso com meus clientes de parcelar os carros em seis vezes pela casa, algo inédito no mercado automotivo aqui em Pernambuco naquela época. São essas atitudes de confiança mútua que sempre trilharam nossa trajetória”, lembra o empresário.

Outro conselho que Solon dá aos novos empreendedores é o do foco naquilo que você está querendo negociar. Desde quando decidiu, em 1990, migrar para o segmento automotivo de seminovos, o empresário não se desviou do caminho. “Não me arrependo de nada em ter dedicado esses trinta anos ao segmento, a esta marca. Nesse período, vimos muitos empresários do setor migrando para concessionárias de carros novos ou mudando de ramo. Mas nós nos mantivemos firmes e hoje temos uma solidez que nos garante a força para atravessar crises como essa que estamos vivendo”, explica.

Confiança e solidez, como disse Solon, são armas importantes para enfrentar as tempestades como as dos dias de hoje. A JBS Veículos possui três lojas no Recife e está em processo de abertura da quarta unidade. Mas somente isso não seria suficiente para vencer a crise que exigiu o fechamento temporário (já são mais de dois meses) de todas as unidades. A venda online, que já era prática da loja, tornou-se então a única forma de faturamento.

Solon Galvão com os filhos Saulo Galvão e Solon Filho

E é neste cenário que a confiança e a solidez fazem a diferença. “O que mais a gente escuta de nossos clientes e amigos é: ‘Da JBS você pode comprar de olhos fechados’. E isso vem mesmo antes de site ou venda pela internet. Mecânicos já dizem há um bom tempo que, quando o carro é da JBS não era preciso eles irem na loja para vistoriar. Essa confiança foi conquistada com muitos anos de trabalho correto e sempre mantendo o foco”, ressalta Solon Galvão.

Sem fronteiras

A venda 100% online, que hoje é uma necessidade, vai seguir forte mesmo com a reabertura do comércio. Isso é consenso entre os empresários. Mais do que nunca a confiança do cliente e no cliente será moeda importante no mercado. “As pessoas estão comprando carros através de fotos, mas muito disso se deve à confiança que conquistamos. Hoje somos uma loja sem fronteira. Vendemos e entregamos carros em todos os cantos do país e isso exige ainda mais atenção. Se sempre nos preocupamos com os cuidados, isso agora é ainda mais importante”, completa o empresário.

A entrada da JBS no mundo virtual aconteceu há alguns anos e os filhos do empresário, que hoje administram as lojas ao lado do pai, tiveram papel fundamental. Solon Filho e Saulo Galvão absorveram os valores passados pelo patriarca e levaram o conceito de foco, qualidade e confiança para o campo das vendas pelos canais digitais.

LINHA DO TEMPO

Setembro de 1990 – Quando tudo começou

A família Galvão de Melo, até então no ramo de farmácias, muda radicalmente e abre a primeira unidade da JBS no prédio alugado na Avenida Caxangá. Iniciava ali uma trajetória de sucesso. Com perfil empreendedor e pioneirismo, Solon Galvão de Melo inovava no mercado ao ser o primeiro no ramo de seminovos a abrir a loja aos domingos, criando assim uma nova forma de se vender carros no Recife.

1994 – Desistir? Que nada. Expandir!

Quando o negócio estava a pleno vapor, o dono do prédio alugado pediu o ponto. O que poderia ser um motivo de desistência serviu de incentivo para a expansão dos negócios. O patriarca Solon Galvão de Melo seguia apostando na Avenida Caxangá, agora em um prédio próprio e com o triplo da capacidade de carros no show-room. A JBS consolidava-se no mercado de seminovos na capital pernambucana.

1997 – Nova Mudança

Essa é uma data decisiva dentro da trajetória de sucesso da JBS. Solon Galvão comprou o ponto número 2834 da Avenida Caxangá, onde até hoje funciona a loja que é referência no segmento.

2008 – A loja cresce e se consolida

Durante 12 anos, Solon Galvão expandiu a JBS na Caxangá, adquirindo três outros pontos vizinhos, fazendo assim da JBS uma das maiores lojas de seminovos da capital pernambucana.

2013 – JBS já é referência na Caxangá

Outro momento de significativa importância para a JBS ocorreu durante o ano de 2013. Isso porque a loja da Caxangá passou por grandes reformas, deixando a matriz no aspecto atual: moderno, espaçoso e pensado no conforto do cliente. Quando as reformas da matriz foram concluídas, chegava a hora de expandir os horizontes da JBS. Era preciso atender aos clientes que moravam na Zona Sul do Recife e a escolha do Pina foi uma iniciativa do patriarca com seus filhos, que já se dedicavam aos negócios da família (Solon Filho e Saulo Galvão).

2013 – Um ponto estratégico na Zona Sul

O ponto estratégico, na principal entrada para a Zona Sul e a poucos metros do maior shopping da cidade, deu para a rede JBS o patamar premium que ela carrega até hoje. O perfil do cliente pode ser outro, mas a dedicação dos Galvão de Melo aos negócios continuava o mesmo, tanto que a empresa precisou expandir novamente.

2018 – Nasce um novo conceito de loja

O mercado premium em alta exigia da JBS um espaço maior e bem mais moderno para os carros e, principalmente, para os clientes. Daí surgiu a extensão da loja do Pina. Mais do que um “anexo” para o espaço da Zona Sul, a nova unidade da JBS inaugurou um novo padrão de loja de novos (multimarca) e seminovos no Recife.

2018 – Boutique para carros de luxo

Desenvolvida como uma “boutique” de alto padrão, a nova loja é a primeira do segmento sendo 100% climatizada. Cada detalhe dela foi pensado para elevar o padrão de atendimento, mas sem perder a essência do trabalho iniciado lá em setembro de 1990, quando Solon Galvão, com apenas seis carros, dava o pontapé na trajetória da família que é apaixonada por automóveis e por atender bem.

2020 – Loja Hi-Tech

O próximo passo da JBS será a expansão com a abertura da quarta unidade. Ela também será no Pina, nas proximidades das duas unidades que já existem no bairro. Mas trata-se de um projeto completamente novo e ousado. Será uma estrutura tecnológica do show-room até a área de entrega. Esperem por algo nunca visto aqui no estado ou até mesmo no Nordeste.